Ratinho, após defender intervenção militar, muda completamente e pede empatia

Militar Ratinho
Ratinho abre o jogo sobre ditadura militar no SBT. (Foto: Reprodução)

Ratinho defende ditadura militar ao vivo e muda de postura em menos de um mês

O apresentador Ratinho, do SBT, pagou caro o último mês após defender uma intervenção militar ao vivo em seu Programa do Ratinho. Em um momento que o governo federal é negacionista, não é esperado que a postura de um comunicador seja essa e, agora, ele mudou completamente de postura.

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Gritando revoltado, Ratinho utilizou o espaço de seu programa para criticar a postura política do país, deixando claro que apenas os militares, os os “homens do botão dourado”, fazendo referência ao uniforme, poderiam resolver todos os problemas desse país.

“Está na hora de fazer igual foi feito em Singapura. Entrou um general, consertou o país e, um ano depois, fez as eleições. Mas primeiro consertou, chamou todos denunciados e disse: ‘Vocês têm 24 horas para sair do país ou serão fuzilados”, afirmou Ratinho, deixando o público em choque.

Militar Ratinho
Depois de defesa à ditadura militar, Ratinho muda de postura. (Foto: Reprodução)

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“Ele limpou os mendigos da cidade. Do que as pessoas tinham medo? Morador de rua. Ele tirou todos os moradores de rua e deu um lugar para os caras se virarem. Ele limpou tudo e a imprensa ficou a favor dele”. Mas, tão logo as mortes por Covid-19 chegaram, na mesma medida que as críticas por sua postura desbalanceada, Ratinho mudou o tom.

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E, nesta terça-feira (9), resolveu abrir o jogo sobre a atual situação do país. Primeiro, ele se mostrou isento, e não expôs opinião política. “Aquele que tiver a real solução para esse problema que atire a primeira pedra! Atire no prefeito que fechou a cidade e mandou todos pra casa. Atire no presidente que pede pra abrir a cidade e a voltar ao trabalho. Atire nos médicos que pedem isolamento social”.

Em vídeo, Ratinho afirmou que: “A culpa não é do prefeito, do governo e do presidente. Nem dos médicos, nem dos economistas e nem do Ministro da Saúde”. Pedindo por humanidade, ele finaliza: “Quem sabe não seja a hora de parar de perder tempo, atirando pedras e dando palpites, e começar a orar mais, amar mais, chorar mais, valorizar mais os amigos e família”, finalizou, depois de defender a limpa de mendigos na rua.

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