‘Doença incurável’: Entenda a gravidade da doença de Susana Vieira

Susana Vieira abordou sua doença crônica em uma entrevista ao Fantástico, Descubra qual a doença e porque é ‘incurável’
Susana Vieira
Entenda a doença ‘incurável’ da famosa/Foto: Reprodução

Susana Vieira abordou sua doença crônica em uma entrevista ao Fantástico, afirmando que não tem cura e que não adianta fazer transplante de medula.

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Além disso, a atriz compartilhou que a doença, embora esteja em remissão, a deixou “mais em paz”.

No programa “Fantástico”, Susana Vieira abordou seu atual estado de saúde. Em uma entrevista transmitida no último domingo (19), a atriz detalhou que está enfrentando Leucemia Linfocítica Crônica e Anemia Hemolítica Autoimune.

“Tenho Leucemia Linfocítica Crônica, que é uma doença que não tem cura e não adianta fazer transplante de medula”, explicou.

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“E eu tenho uma outra doença de sangue, que se chama Anemia Hemolítica Autoimune. É óbvio que com à medida que você vai ficando com mais idade, você fica preocupada. Então essa doença, parece que foi Deus, me deixou em paz. Ou eu estou mais em paz talvez”, afirmou.

Leucemia Linfocítica Crônica e Anemia Hemolítica Autoimune: O que é e como funciona o tratamento?

De antemão a Leucemia Linfocítica Crônica (LLC) é um tipo de câncer do sangue que afeta os glóbulos brancos, especificamente os linfócitos B, e se desenvolve lentamente ao longo do tempo.

Já a Anemia Hemolítica Autoimune é uma condição na qual o sistema imunológico ataca erroneamente os glóbulos vermelhos do próprio organismo, resultando em sua destruição prematura.

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Contudo tratamento para a Leucemia Linfocítica Crônica pode variar dependendo do estágio da doença e da saúde geral do paciente.

Opções comuns incluem observação ativa para estágios iniciais de doença de baixo risco, quimioterapia, imunoterapia, terapia direcionada, e em alguns casos, transplante de células-tronco.

Já o tratamento para a Anemia Hemolítica Autoimune geralmente envolve o uso de medicamentos para suprimir o sistema imunológico e reduzir a destruição dos glóbulos vermelhos.

Estes medicamentos podem incluir corticosteroides, imunossupressores e, em casos graves, pode ser necessária a transfusão de sangue.

Vale ressaltar que o tratamento para ambas as condições deve ser individualizado e monitorado de perto por profissionais de saúde especializados, como oncologistas, hematologistas e imunologistas.

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Em suma o acompanhamento regular é essencial para garantir a eficácia do tratamento e gerenciar possíveis efeitos colaterais.

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